CAIXA IRONMAN® Brasil terá sua 18ª edição em maio

Evento, que teve o recorde mundial estabelecido no ano passado, por Tim Don (GBR), será no dia 27, em Jurerê Internacional. O melhor do triatlo de longa distância voltará a ser atração em Florianópolis (SC) neste mês de maio. Depois da abertura da temporada no país com a estreia do CAIXA IRONMAN® 70.3, em abril, na Praia dos Ingleses, agora será a vez da mais tradicional e importante disputa do calendário. O CAIXA IRONMAN® Brasil, que completará sua 18ª edição, será no dia 27, mais uma vez em Jurerê Internacional, reunindo 2500 atletas da Elite e Faixa Etária. A prova terá as distâncias Full, ou seja , 3.8 km de natação, 180.2 km de ciclismo e 42.2 km de corrida, com base no Clube Doze de Agosto. A largada será às 6h45 para a Elite masculina, largando a Elite feminina às 6h50 e a Faixa Etária, por ondas, a partir das 7h05, com tempo limite de conclusão de 17 horas. O CAIXA IRONMAN® Brasil 2018 contará pontos para o ranking na caso da Elite e classificará 40 atletas da Faixa Etária para o Mundial IRONMAN 2018, no mês de outubro, no Havaí. Já tradicional no circuito internacional, o evento ainda se destacou na temporada após o triatleta britânico Tim Don estabelecer o novo recorde mundial da modalidade, com o tempo de 7h40min23seg, marca que ainda segue insuperável. Além disso, a prova na capital catarinense segue se destacando graças à qualidade do evento, sua organização profissional e à grande receptividade do povo catarinense, pontos destacados por todos os participantes. O Clube Doze de Agosto será, mais uma vez, a sede do evento, com o local da área de transição e chegada, além de receber o público com uma série de atrações, como a EXPO IRONMAN, que apresenta empresas e produtos do segmento esportivo e parceiros da prova. A EXPO em Florianópolis no ano passado recebeu mais de 20 mil pessoas por dia, confirmando seu sucesso. Ao longo destes 18 anos, o triatlo nacional conquistou o lugar mais alto do pódio em três oportunidades – com Fernanda Keller (2004 e 2008) e, no masculino, a primeira vitória com o atleta Igor Amorelli (2014). Os atletas brasileiros conquistaram também a segunda colocação em 2007 e 2009, com Reinaldo Colucci; em 2011, com Guilherme Manocchio; em 2012, com Santiago Ascenço; e em 2013, com o próprio Igor Amorelli. Também houve dois terceiros lugares, com Santiago Ascenço, em 2010, e Igor no ano passado. IRONKIDS Outra atração em Florianópolis será o IRONKIDS, competição para jovens de 2 a 12 anos, no masculino e feminino, que visa incentivar a prática esportiva. A competição para o pequenos será no sábado, dia 26, a partir das 16h30, na arena do evento. Programação * Local – Clube Doze de Agosto – Jurerê Internacional 23/05 – Quarta-feira 14h – 19h – EXPO IRONMAN® 14h – 18h – Entrega de Kits 24/05 – Quinta-feira 9h – 19h – EXPO IRONMAN® 9h – 18h – Entrega de Kits 10h – 12h – Treino de Natação 25/05 – Sexta-feira 9h – 19h – EXPO IRONMAN® 9h – 18h – Entrega de Kits 10h – Congresso Técnico Faixa Etária – Português** 11h30 – Congresso Técnico Faixa Etária – Inglês** 14h30 – Congresso Técnico Elite – Português/Inglês** 15h30 – Coletiva de Imprensa 16h30 – IRONKIDS 19h – 21h – Jantar de Massas 26/05 – Sábado 9h – 19h – EXPO IRONMAN® 9h – 11h – Entrega de Kits 13h – 20h – Bike Check-in 13h – 14h – Numeração 0001 – 0350 14h01 – 15h – Numeração 0351 – 0700 15h01 – 16h – Numeração 0701 – 1050 16h01 – 17h – Numeração 1051 – 1400 17h01 – 18h – Numeração 1401 – 1750 18h01 – 19h – Numeração 1751 – 2100 19h01 – 20:h – Numeração 2101 – 2500 27/05 – Domingo 8h – 20h – EXPO IRONMAN® 4h30 -6h30 – Acesso dos Atletas à Área de Transição 6h45 – Largada Elite Masculina 6h50 – Largada Elite Feminina 7h05 – 7h27 – Largada Faixa Etária em ondas 7h05 – M 30-34 7h10 – M 35-39 7h15 – Todas as Mulheres / M 60+ 7h20 – M 40-44 7h25 – M 45-49 7h27 – M 18-24 / M 25-29 / M 50-54 / M 55-59 18h10 – 1h – Bike e Sacolas Check-Out 28/05 – Segunda-feira 9h – 14h – EXPO IRONMAN® 9h -12h – Achados e Perdidos 10h – Premiação 11h30 – Confirmação dos Classificados para o IRONMAN World Championship 2018 15h – Festa – (La Serena – Av. Lagosta s/n) * Programação sujeita à alteração sem aviso prévio. ** Apenas os atletas terão acesso ao Congresso. Haverá transmissão online pelo Facebook Brasil Ironman e o vídeo ficará disponível no Youtube. É obrigatório a todos os atletas assisti-lo presencialmente ou online. Resultados 2017 – Elite Masculino 1) Tim Don (GBR) – 7h40min23seg 2) Kyle Buckingham (AFS) – 8h05min43seg 3) Igor Amorelli (BRA) – 8h06min58seg 4) Reinaldo Colucci (BRA) – 8h10min04seg 5) Thiago Vinhal (BRA) – 8h11min46seg Feminino 1) Susie Cheetham (GBR) – 8h52min00seg 2) Sonja Tajsich (ALE) – 8h57min36seg 3) Haley Chura (EUA) – 8h58min45seg 4) Gurutze Frades (ESP) – 9h01min00seg 5) Linsey Corbin (EUA) – 9h01min13seg Campeões 2001- Eduardo Sturla (ARG), 8h11min10s / Wendy Ingraham (EUA), 9h10min02s 2002 – Spencer Smith (GBR), 8h15min38/Nicole Leder (ALE), 9h24min45s 2003 – Oscar Galindez (ARG), 8h16min10/ Bárbara Buenahora (ARG), 9h33min21 2004 – Olaf Sabatchus (ALE), 8h19min32s/Fernanda Keller (BRA), 9h26min05s 2005 – Olaf Sabatchus (ALE), 8h50min56s/Joanna Zeiger (EUA), 9h29min43s 2006 – Oscar Galindez (ARG), 8h15min18s/Lisbeth Kristensen (DIN), 9h20min46s 2007 – Oscar Galindez (ARG), 8h21min11s/Nina Kraft (EUA), 9h12min39s 2008 – Eduardo Sturla (ARG), 8h28min24s/Fernanda Keller (BRA), 9h24min49s 2009 – Eduardo Sturla (ARG), 8h13min38s/Dede Griesbauer (EUA), 9h10min14s 2010 – Luke McKenzie (AUS), 8h07min38s/Tereza Macel (CAN), 9h26min08s 2011 – Eduardo Sturla, (ARG), 8h15min03s/Amy Marsh (EUA), 9h09min39s 2012 – Ezequiel Morales (ARG), 8h22min40s/Sofie Goss (BEL), 9h17min42seg 2013 – Timothy ODonnell (EUA), 8h01min32s/Amanda Stevens (EUA),
DIFICULDADES NAS DISTÂNCIAS DO TRIATHLON

Triathlon é um esporte completo, que carrega em si três modalidades e estilos das mais diferentes técnicas. Por isso, pode gerar algumas questões no quesito nível de dificuldade, que existe como em qualquer esporte. Especificamente no triathlon, para ultrapassá-las, é preciso muito mais que versatilidade e capacidade de adaptação. Além de reconhecer seus pontos fortes, é importante o triatleta saber detectar seus pontos fracos e ir em busca de aperfeiçoamento. O triatleta Adriano Bastos, 40 anos, (vencedor do TRIDAY SERIES 2017 na categoria 35-39, 3° colocado no IRONMAN 70.3 Maceió e 2° colocado no IRONMAN 70.3 Rio de Janeiro, nas mesmas categorias, para onde se classificou para o Mundial na África do Sul em Setembro, que ocorrerá em setembro de 2018), sempre se destacou pela performance em provas de resistência, desde seu início no triathlon, em 1993. Depois de deixar o triathlon por um tempo para se dedicar às maratonas, ele voltou com força total como triatleta, desta vez focando em provas dos estilos Olímpico e IRONMAN 70.3. Em 2019, também pretende disputar o IRONMAN full. ‘As distâncias que eu me destaco mais, que eu tenho um desempenho muito melhor, por eu ter a facilidade da resistência e não da explosão, são exatamente a Olímpica e o IRONMAN 70.3. Consigo fazer a distância Olímpica praticamente na mesma intensidade de um sprint, dobrando a distância. Já IRONMAN 70.3, faço na mesma intensidade de um Olímpico. Vou pensando que é um olímpico dobrado.` A forma com que cada triatleta lida com cada distância é diferente. Isso depende de seu encaixe em um perfil de prova. Basicamente, ele terá que focar em seu estilo. Se for uma prova Sprint, o treino será reduzido, mas muito mais intenso, onde serão trabalhadas força, intensidade e velocidade. Já no caso do Olímpico, será um conjunto dos dois: velocidade e resistência. Para provas com distâncias de IRONMAN full e IRONMAN 70.3, o triatleta precisará ter tempo para trabalhar volume e resistência – terá que trabalhar o volume adequado que a prova exige dele em tempo de atividade. É comum conhecermos atletas que participam de várias provas IRONMAN 70.3 e que têm uma recuperação muito rápida de uma prova para outra, enquanto outros preferem se preparar intensamente para fazer dois meio IRONMAN, enquanto focam em provas mais curtas no resto do ano. É importante que o triatleta se sinta confortável na distância escolhida e que ela esteja em conformidade ao seu melhor desempenho. No caso da modalidade, é preciso focar onde há mais dificuldade, se é na natação, no ciclismo ou na corrida. Mas a melhor forma de melhorar e evoluir nos treinos como um todo, é procurar fazer trabalhos interdisciplinares (treinador, nutricionista, psicólogo esportivo ), e principalmente seguir orientações do treinador. Acompanhe as postagens pelas redes sociais curtindo a nossa página clicando aqui. Para saber sobre inscrições clique aqui
Treinador: fundamental para todo triatleta

O triathlon exige multifoco e extrema atenção a cada uma das três modalidades que trazem grandes diferenças entre si. Como muitos triatletas normalmente já praticam natação, ciclismo ou corrida antes de iniciarem no esporte, a procura por treinadores especializados na área pode ser uma dúvida para quem está começando. Confiantes de suas capacidades, os atletas acabam por confundi-las com técnica, essencial para quem deseja dar o melhor si no Triathlon sem trazer riscos à saúde e otimizar a performance. Toda força de vontade do mundo e empenho são necessários nesse esporte? Sim, mas é preciso saber usá-los. É muito comum encontrar pessoas que treinam como autônomas. Rodrigo Lobo, educador físico, diz o que pensa sobre o assunto, “Geralmente essas pessoas treinam demais e acabam cometendo alguns equívocos como errar na intensidade e não saber distribuir as modalidades. Os conflitos também são muito comuns, pois elas não sabem se estão fazendo corretamente, e são carentes de informação, pois acabam pesquisando em fontes não científicas. Segundo ele, o treinador é o responsável por passar as melhores técnicas aos triatletas. Por meio de um treinamento adaptado, a semana será composta de forma que o atleta não se machuque, não treine excessivamente e faça as atividades possíveis para evitar frustração e abandono temporário ou definitivo do esporte. A IRONMAN Talita Saab, 34 anos, começou no Triathlon apenas com um professor de natação. Foi quando um amigo experiente lhe disse que sem orientação correta ela não iria evoluir e também corria riscos de se machucar. Talita então procurou uma treinadora, “Foi essencial e é o que passo para todos que me perguntam hoje. Se você começa certo, aprende certo. Não cria vícios e não se machuca com volume de treinos absurdos com os quais são corpo não está acostumado, por maior que seja a sua vontade.” No entanto, a grande oferta de assessorias e de profissionais existentes para dar apoio ao triatleta que vemos hoje já foi bastante escassa. Quando o IRONMAN Amilcar Altemani, 53 anos, começou a treinar, elas nem existiam,“Comecei no triathlon no final dos anos 80, em uma época que não havia treinadores para esse esporte, então cada um tinha que aprender um pouco sozinho, sofrendo na pele pelos erros, normalmente pelos excessos”. Anos depois, Amilcar retornou às competições, mas continuou sem treinador durante três anos, o que segundo ele foi uma boa experiência, mas em certo momento, parou de evoluir. Com ajuda de um amigo mais experiente, ele montou um treino especial e teve uma nova performance, alcançando mais resultados. “O crescimento foi imediato, com 2 meses de treino, ajustei uma série de detalhes, dei mais qualidade aos meus treinos, além de ter recebido várias dicas preciosas”, complementa Amilcar. Em 2016, um amigo finalmente convenceu Amilcar a procurar ajuda técnica e especializada e ele foi em busca de uma Assessoria Esportiva. Com dois meses e meio de treino conduzido e aos 52 anos de idade, Amilcar conquistou o 5º lugar no IRONMAN 70.3 Buenos Aires, “Com um treinador, você terá um planejamento, não precisará pensar no que fazer, qual o volume, a frequência e potência. Isto será trabalho de quem estiver treinando você. Você terá sua planilha e seu único dever será cumprir e passar as reações do seu corpo para que seu treinador faça os ajustes”. Como o triathlon trata de uma atividade regular e sistemática, o acompanhamento de um profissional é essencial. A prática de um esporte sem orientação competente aumenta significativamente o risco de lesões e traz a queda dos resultados. Segundo Rodrigo Lobo, educador físico, outro ponto importante é que o profissional da área tem um domínio amplo do atleta, como indivíduo, que envolvem desde aspectos comportamentais e psicológicos até questões físicas, fisiológicas, biomecânicas e bioquímicas. “Entender esse indivíduo e o cenário no qual ele está inserido faz com que a gente consiga ter tomadas de decisão mais assertivas, com toda capacitação técnica e científica em relação à condução desse trabalho”, diz Lobo. Talita e seu treinador vivem em sintonia. Ele não só tem conhecimento de sua periodização ideal, quando deve ou não descansar para uma prova ou quando deve ir até o limite, assim como conhece seu cotidiano e sabe como os acontecimentos podem lhe gerar os mais diversos sentimentos: estresse, alegria. Segundo Talita, “Tudo isso é baseado em números, dados gerados por tecnologias e plataformas que auxiliam na análise que o meu treinador faz, mas nada dispensa a conversa e o feeling para escutar seu próprio corpo”. Treinar com acompanhamento permite um melhor direcionamento, mas depende do perfil do treinador e do atleta, além de um alinhamento de expectativas e potencialidades. Ter essa oportunidade, dá ao triatleta segurança e otimização ao rendimento, fazendo com que se chegue o mais rápido possível nos objetivos de uma maneira segura, eficaz e eficiente. Sempre contando com o apoio de um braço direito para alinhar, conversar e corrigir nos momentos difíceis e compartilhar emoções, energias e vitórias em todos os bons momentos que estão por vir. Acompanhe as postagens pelas redes sociais curtindo a nossa página clicando aqui. Para saber sobre inscrições clique aqui
MEUS PASSOS NO TRIDAY USP

A última etapa do TRIDAY SERIES 2017, o TRIDAY USP, reuniu triatletas de diversas regiões do país, em sua maioria do estado de São Paulo. Cheios de força de vontade, talento e muita determinação, eles tomaram o Campi da USP, na Cidade Universitária no último dia 15 de novembro. O dia começou cedo. Às 4h30 da manhã começaram a chegar os primeiros triatletas. Devidamente equipados, cada um já procurava o lugar certo para posicionar sua bicicleta. Depois do check-in de equipamentos, tempo para aquecimento e hidratação. E quem ainda se sentia à vontade, pausava para comer algo leve. Faltando menos de meia hora, os últimos competidores ainda chegavam. Teriam menos tempo para se organizar. Mas nada os impediria de começar a prova. Intensos. Só assim podemos definir 750 m de natação, 20 km de ciclismo, 5 km de corrida (Sprint) e 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo, 10 km de corrida (Olímpica). E assim foi toda a prova para Nilton Gaspar. Com mais de 50 provas de experiência, Nilton, 45 nos, que treina desde 2012 e participa constantemente de provas como IRONMAN Florianópolis, Kona e diversos IRONMAN 70.3, completou no TRIDAY USP mais uma das quatro etapas que participou do TRIDAY SERIES neste ano de 2017. No último TRIDAY USP, Nilton tinha uma estratégia principal: fazer uma boa prova, porque sabia que podia ser um campeão no TRIDAY SERIES e ter um bom resultado. Além disso, manter a performance na corrida também era o foco, pois em Kona o inesperado aconteceu: uma pequena contusão comprometeu sua panturrilha e desde então Nilton estava praticamente sem correr. Para ele, ter a possibilidade de fazer provas como o TRIDAY SERIES que oferecem o estilo Olímpico e acontecem com mais frequência, com o suporte e a infraestrutura necessários, é muito importante, pois seu treinamento é diferente. Ele acontece por meio das provas, que são feitas várias vezes ao longo do ano. E são essas provas mais curtas que garantem preparo físico, trabalham velocidade e força para provas mais longas. “Quanto mais você larga, menos pressão você sente.”, diz Nilton. Um fator que chama a atenção de Nilton para o TRIDAY SERIES, é que ele acontece em forma de campeonato, e assim ele pode se desenvolver, traçar metas e encontrar os adversários na prova seguinte. Segundo Nilton, “É uma forma de você estar sempre competindo ao longo do ano, de intercalar com o IRONMAN, com o IRONMAN 70.3 e com outras provas. De estar sempre treinando”. Apesar de competir também no Endurance, na maior parte das provas é no estilo Olímpico que Nilton compete. Claro em seus objetivos no Triathlon, que é praticar o esporte que gosta, manter a forma física, a disciplina e o compromisso, ele já se prepara para sua próxima prova no dia 10, que acontece em Santos. Com orgulho, Nilton fala do seu planejamento e dos próximos passos no esporte que ele ama “Conseguir os melhores resultados, sempre disputar a possibilidade do pódio e garantir as provas. Sempre preparando. Sempre treinando. Estou aqui para vencer.” Acompanhe as postagens pelas redes sociais curtindo a nossa página clicando aqui. Para saber sobre inscrições clique aqui
Leo Curvelo e a inclusão no triathlon

Todos que desejam ultrapassar um obstáculo, seja no esporte ou seja ele qual for, com muita força de vontade e determinação são totalmente capazes de conquistar seus lugares ao sol. Não há desafio que não possa ser vencido. E nem pessoa que não possa vencê-lo. O triatleta Leonardo Landim Curvelo, hoje com 42 anos, sofreu um acidente de moto, aos 34 anos, e teve seu braço amputado. Mas tudo mudou mesmo quando optou por mais qualidade de vida e resolveu praticar natação. Foi nesta época que se apaixonou pelo esporte que lhe tiraria o fôlego e pelo qual dedicaria suas manhãs, tardes e noites: o Triathlon. A inclusão de pessoas com deficiência no esporte e em diversos âmbitos sociais é marcada por lutas ao longo da história. Lutas que garantiram às pessoas com deficiência um direito que é de todos, por meio do Estatuto da Pessoa com Deficiência, que é bem clara sobre o direito ao esporte: Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: (…) III – a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos. Mas somente a existência da lei não foi capaz de frear o preconceito pelo qual Leonardo passou quando começou a praticar o esporte. Segundo ele, “Aos 98 kg, sem fazer nenhuma das três modalidades, era piada de muitos”. No entanto sua perspicácia foi maior e Leonardo passou por cima de tudo isso. O Triatleta já conquistou títulos como a 7ª colocação no Ranking Mundial na categoria PT3 em 2014 no Canadá, onde também conquistou a única medalha de ouro do Brasil. Seus próximos passos são completar 10 IRONMAN 70.3 no ano que vem e se qualificar para o Mundial IRONMAN, em Kona – Hawai. Para as pessoas com deficiência que querem ser triatletas, Leonardo deixa um conselho: “Nada é impossível para realizar. Lembrando: FÉ , DEUS e MUITO TRABALHO. Milagre só existe se fizer acontecer.” Acompanhe as postagens pelas redes sociais curtindo a nossa página clicando aqui. Para saber sobre inscrições clique aqui
Triathlon: muito mais do que força

Vencer desafios, superar expectativas, estar em movimento, ultrapassar obstáculos: estes são alguns dos diversos motivos que levam cada vez mais pessoas a darem um significado muito mais forte ao Triathlon que o esporte já deu e praticá-lo como um verdadeiro estilo de vida. Nadar, pedalar e correr exigem muito mais do que força e desenvoltura física. Não é a toa que um dos jargões do esporte seja “Triathlon é 99% mente e 1% físico”. Para cumprir todos esses requisitos, determinação e vontade são fundamentais. E isso não falta para Victor Gianolla. O publicitário de 24 anos, que compete na categoria Sprint, veio de uma rotina de treinos de corrida. Com o Triathlon, conquistou uma rotina mais dedicada, desde alimentação, até descanso e treinos. Hoje, Victor sente que a sua vida mudou, e está muito mais disposto em várias atividades do cotidiano. Ano que vem, ele pretende ir para o IRONMAN 70.3 e já pensa no IRONMAN FULL para 2019. “Comecei a correr grandes distâncias e percebi que queria cada vez mais, e o desafio mental do Triatlhon me estimulava muito”, diz Victor. Segundo ele, durante uma prova o esforço mental é muito grande, e por mais que você faça uma modalidade muito bem, é preciso manter o foco nas outras modalidades. Todo apoio externo também é bem-vindo. Quanto mais incentivo o triatleta tiver, seja da sua família, de seus amigos, treinadores ou conhecidos, mais forte ele estará para persistir em seus treinos. Positividade e alicerce são essenciais para que esta luta vá longe e para que todos os objetivos sejam alcançados. O estudante de Educação Física, Rafael Turtera, de 20 anos, não exita em falar sobre todo o apoio que tem para continuar no triatlhon: “Meus pais e minha namorada sempre me apoiam e vão comigo para todas as competições. O melhor de tudo não é somente a torcida deles, mas também a companhia em alguns dos treinos. Melhor do que torcer, é torcer e vivenciar tudo junto!”. Foi com essas companhias que Rafael vivenciou um dos momentos mais emocionantes de sua vida: a primeira vez que cruzou a linha de chegada do IRONMAN Florianópolis, em 2017. “Faltavam 2km para terminar a prova e vi muitas pessoas torcendo por mim. Comecei a me emocionar. É uma prova sensacional. De superação surreal. Quem quer e tem condições deve sim fazer IRONMAN algum dia. É uma das melhores vibes que você irá sentir”, completa. E para quem pensa em praticar, o jovem triatleta Rafael deixa um convite: “O Triatlhon é um esporte muito completo. A sensação de praticá-lo é a melhor possível, mas você precisa de dedicação – como em qualquer outro esporte. PS: Ele vicia, faz você acordar de madrugada, no frio, na chuva e ficar domingos e domingos acordando no horário que estaria na balada”. Acompanhe as postagens pelas redes sociais curtindo a nossa página clicando aqui. Para saber sobre inscrições clique aqui
No triathlon posso começar pelo IRONMAN?
A prova mais visada do Triathlon, o IRONMAN conquista cada vez mais atletas em suas mais de 139 provas no mundo todo. Seu estilo conhecido como endurance, ou de longa duração, compreende 3.860 metros de natação, 180.25 k de ciclismo e 42.2 k de corrida. Mesmo com a existência de provas mais curtas, conhecidas como short, Sprint e Olímpico , como as que são disputadas no TRIDAY SERIES e também provas com distâncias médias, como o IRONMAN 70.3, muitos triatletas e atletas que consideram a possibilidade de aderir ao esporte se questionam: é possível começar logo pelo IRONMAN? “Quem toma a decisão de fazer parte do mundo do Triathlon, precisa fazer isso de forma gradativa, adaptando o corpo às modalidades e distâncias”, afirma Adriano Bastos triatleta . Ainda segundo ele, o ideal é começar pelo Sprint Triathlon para ganhar experiência em rotina de treino, ter percepções em relação à distância e saber qual é o momento de partir para a distância olímpica. “O importante é no primeiro ano focar em provas de short, no segundo partir para distâncias olímpicas, no terceiro ano começar as provas de IRONMAN 70.3 e pensar em um planejamento para estrear numa prova de IRONMAN a partir do quarto ano de Triathlon”, completa Bastos. Nesta adaptação gradativa do triatleta para chegar ao IRONMAN, muitas questões estão envolvidas: elas vão desde treinamento até alimentação e requerem muita persistência. TER UM BOM TREINADOR Contar com um bom profissional de Educação Física ou com uma Assessoria Esportiva é muito importante caso o triatleta que pretenda alcançar o IRONMAN. É este profissional que dará toda a orientação e fará o planejamento da rotina de treinos, de forma que o triatleta consiga atingir seus objetivos de acordo com suas capacidade e nível de condicionamento físico. NUTRIR PARA EQUILIBRAR O papel do nutricionista na vida de um triatleta é reequilibrar a dieta em termos de necessidades calóricas e vai muito além do “comer corretamente”. Aqui entende-se também a importância da suplementação em casos específicos de cada triatleta. MASSAGEM E FISIOTERAPIA Uma sessão de massagem por semana ajuda o triatleta a relaxar a musculatura para responder melhor ao esforço físico. Também é importante ficar de olho em sensações e dores repentinas. Nesses casos, consultar um fisioterapeuta de forma preventiva é a melhor opção. FORTALECER OS TREINOS Além do triathlon, o triatleta deve incluir práticas esportivas que o auxiliem em seu fortalecimento muscular. Musculação, condicionamento e pilates estão entre os mais procurados. ALTERAÇÃO DE TREINOS Quem treina outros estilos de triathlon e quer mudar para o IRONMAN precisa estar preparado para alterar o ritmo dos treinos. A rotina da semana e a execução das modalidades continua igual, mas o que muda é o volume de treinamentos. Neste caso, o triatleta precisa adequar mais a sua rotina e tentar liberar mais o seu horário dedicado aos treinamentos. TREINOS DE TRANSIÇÃO Aproveitar o “longão” é uma boa alternativa para automatizar a transição e fazer a troca na sequência correta, de forma mais efetiva e rápida. O triatleta pode pedalar e trocar seus equipamentos de ciclismo para começar a correr repetidas vezes, até que aquilo se torne natural para ele. O IMPORTANTE É A VONTADE É com muita persistência, garra e determinação que o triatleta consegue atingir os seus objetivos. No triathlon, 99% do esforço é psicológico. Acompanhe as postagens pelas redes sociais curtindo a nossa página clicando aqui. Para saber sobre inscrições clique aqui
Os estilos do Triathlon no desenvolvimento do triatleta
O Triathlon é um esporte que oferece tantas opções com suas modalidades (natação, ciclismo e corrida) que acaba atraindo cada vez mais atletas interessados em diversificar seu treinamento e qualidade de vida. As possibilidades continuam nas provas, que podem abranger qualquer pessoa que queira praticar – incluindo seu biotipo, tempo de treinamento, força e diversas capacidades físicas. Dentro do triatlhon convencional, que segue a ordem das modalidades e onde não há interrupções, as provas são categorizadas em cinco estilos. 1. Sprint (ou Short) Fazem parte de uma prova Sprint de Triathlon 750m de natação, 20km de ciclismo e 5km de corrida. Um triathlon Olímpico tem 1,5 km de natação, 40km de ciclismo e 10 km de corrida, isso significa que um Sprint (ou Short) é metade de uma prova de um Olímpico, além de ser uma prova muito indicada para quem está começando no esporte. 2. Olímpica (ou Standard) A distância Standard (ou Olímpica) é composta por 1500 m de natação, 40km de ciclismo e 10km de corrida. Ela leva esse nome porque é reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional e é praticada nas Olimpíadas desde os jogos de Sidney, em 2000. Um bom exemplo de prova onde acontecem os estilos Sprint (ou Short) e Standard (ou Olímpico) é o TRIDAY SERIES, da mesma organizadora do IRONMAN. 3. IRONMAN Grande sonho de todo triatleta, essa é a prova mais famosa que existe hoje no triatlhon. E a história começou não faz muito tempo. Em 1978, Oahu, Havaí, queriam descobrir qual era a prova exaustiva e quais eram os atletas mais bem preparados para: 3,8 km de travessia de Kailua, 180 km de ciclismo em Oahu, 42.195 m na Maratona do Havaí. A solução foi unir todas essas provas em uma e melhor entre todas seria um “IRON MAN”. No ano seguinte foi realizada a primeira prova e desde então provas de IRONMAN acontecem no mundo todo! 4. IRONMAN 70.3 Tão famoso quanto o IRONMAN, o IRONMAN 70.3 é uma versão que apresenta uma distância intermediária da prova, funcionando como uma etapa para quem quer passar para a versão mais longa. São 1,9 de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida. 5. Endurance Existem ainda pelo mundo, provas Endurance com distâncias ainda maiores que o IRONMAN que chegam a ter dinâmicas diferentes de competição e são muito mais restritas à profissionais do esporte. Agora uma pergunta para você refletir e colocar em prática: hoje você se adapta melhor a qual estilo de triathlon? Avalie seu condicionamento físico e bora treinar para ser O melhor! Mas ser melhor que alguém? Ser melhor que você mesmo. Sempre. Ficou curioso e quer conhecer mais sobre as provas de Sprint (ou Short) e Olímpica (ou Standard) que o TRIDAY SERIES oferece? Clique aqui! Acha que já está na hora de partir para o IRONMAN 70.3 ou para o IRONMAN? Clique aqui!
O blog TRIDAY SERIES está no ar

Mas por que triathlon? Triathlon é um esporte em que é necessário acordar cedo – ou dormir tarde, para que tudo aquilo que se imaginou sobre a vitória seja fielmente realizado. Que exige de seus atletas determinação e muito amor pelo esporte para terminar uma prova: seja no dia mais ensolarado ou no mais frio do ano. Praticar triathlon é seguir um estilo de vida que te faz pensar melhor, comer melhor, viver melhor, SER melhor. Te ajudando a encontrar o equilíbrio e leveza em seus próprios caminhos, escolhas e desafios, o triathlon é como um irmão mais velho, que te estimula a dar o próximo passo, ainda que toda a vontade dependa de você. Ao longo de sua história, um triatleta aprende a ganhar com cada nova tentativa, mesmo quando o tempo não é favorável. E passa a abrir seu coração para viver uma aventura em cada treino e a receber com muita alegria toda aquela energia boa de desconhecidos que resolveram aparecer para incentivar naquela prova tão esperada. Triathlon envolve muito mais do que superação de limites, expectativas e barreiras e impressiona pela força de seus atletas. Também é consciência, planejamento, conhecimento e muito estudo. Tudo isso atrelado a uma rotina de treinos intensa, que deve ser observada e executada com cautela, para que a vida social seja adaptada ao novo estilo de vida. Pensando nisso, a UNLIMITED criou este blog e a partir de agora, você que é ligado em triathlon e quer, cada vez mais, fazer parte deste mundo, tem um novo canal para saber das novidades, curiosidades e dicas sobre o esporte. Fique ligado, porque a cada 15 dias vem um post novo por aí, sempre com opiniões de triatletas e profissionais das áreas de saúde, nutrição, treinos, provas e modalidades (natação, ciclismo e corrida). Acompanhe as postagens pelas redes sociais curtindo a nossa página clicando aqui. Para saber sobre inscrições das provas clique aqui
Empolgação é a tonica entre os favoritos

Detaques falaram com a Imprensa nesta sexta, no Clube Doze de Agosto, e mostram confiança para o domingo Florianópolis (SC), 26/05/17 – Se depender de vontade e empolgação, o IRONMAN Florianópolis 2017 terá vários campeões no domingo. As principais atrações desta edição, a 17ª da história do evento, conversaram com a Imprensa na tarde desta sexta-feira e contaram um pouco sobre preparação e expectativa para a disputa. Com recorde de inscritos de países representados, 2500 de 42 nações, a prova começará às 6h45, com a Elite masculino, em frente ao Restaurante La Serena, a mil metros de distância (pela linha da praia) da área de chegada, no Clube Doze de Agosto. Serão 3.8 km de natação, 180.2 km de ciclismo e 42.2 km de corrida, com limite de 17h. O evento terá, mais uma vez, status de Sul-Americano, distribuindo pontos no ranking e 150 mil dólares de prêmio para a Elite, além de 75 vagas para os triatletas da Faixa Etária para a final do Mundial IRONMAN no Havaí. Participaram pelo Brasil Ariane Monticelli, campeã em 2015, Igor Amorelli, vencedor em 2014, e Reinaldo Colucci, três vezes vice na prova e campeão pan-americano em Guadalajara, em 2011. Entre os estrangeiros, falaram o canadense Brent McMahon, atual campeão, recordista e que busca o bicampeonato, o britânico Tim Don, atleta olímpico e com três títulos no Brasil – 70.3 Brasília e 70.3 Palmas -, as norte-americanas Haley Chura, campeã no IRONMAN Fortaleza em 2014, e Linsey Corbin, com mais de 20 provas do circuito na carreira, e a canadense Magali Tisseyre, primeira colocada no 70.3 Palmas em 2016. Veja a as principais declarações: Igor Amorelli Estou feliz em estar aqui novamente. Me sinto muito bem, deu tudo certo nos treinos e nas competições e agora só quero ir para o dia da prova e fazer meu melhor. Quero fazer a melhor prova da minha vida e buscar a vitória, respeitando muito todos esses caras que estão aqui e são muito fortes. Ano passado não foi muito bom para mim, mas esse ano será melhor. Ariane Monticeli Sofri um acidente e quebrei a escápula mês passado. Fiquei uma semana parada e já tinha desistido da prova. Recebi tantas mensagens e isso me deu energia para estar aqui de novo. Essa prova é muito importante para mim, ver a galera gritando é muito motivante. Perdi um mês de treino de natação, mas estou pronta para enfrentar a distância. Estou liberada pelo médico. Reinaldo Colucci Minha carreira é um pouco diferente dos demais atletas, pois eu comecei na longa distância e depois migrei para o olímpico. Em 2009, quando o Rio foi anunciado como sede das Olimpíadas, passei a focar nano triatlo olímpico. Faz oito anos que não faço um Ironman e é muito bom voltar aos 31 anos. Ainda sou novo e tenho bastante lenha pra queimar. Estou ansioso para ver como será domingo. Brent MacMahon É ótimo poder voltar aqui e defender o título. A prova é muito bem organizada e vou tentar ser bem rápido mais uma vez. Ano passado foi ótimo e estou preparado. Vai ser uma prova dura e será bem legal competir contra todos esses caras. Magali Tisseyre Estou feliz por estar aqui e bem ansiosa, pois essa será a primeira vez que faço um Ironman. Nem em treinos eu rodei as distâncias, mas estou pronta. Me sinto bem preparada, tenho muito respeito pela distância e estou empolgada com tudo que esta por vir, pois será uma novidade. Lindsay Corbin Essa será minha primeira vez no Brasil e estou ansiosa para que chegue logo o domingo. Meus treinos foram muito bem e agora é ver como vou me portar no dia, mas posso dizer que estou muito bem preparada para a prova. Haley Chura É ótimo estar aqui mais uma vez e correr de novo. Eu já fiz a prova e adoro estar aqui. Os fãs aqui são incríveis, o Brasil é um dos meus lugares favoritos no mundo. Estou feliz por estar de volta. Tin Don Eu adoro o Brasil. Já corri em várias provas por aqui e no ano passado foi muito bom em Florianópolis. Meus treinos estão ótimos e estou acreditando muito no que posso fazer. Vou dar o meu melhor na prova. A atmosfera aqui é incrível, parece muito com a Ali Drive, em Kona, com todo mundo na rua apoiando.